quinta-feira, 18 de abril de 2013

Midnight City - Cap 18

-- 23 comentários:
"O amor é insano, mas não me deixe ser louco sozinho."


Eu queria encontra-la, estava disposto a fazer isso o mais rápido possível. Eu não queria saber de mais nada. Joguei tudo dentro de minha mochila e com passos largos cheguei rápido no estacionamento. Peguei meu carro e fui para casa de Alicia. Precisava vê-la e ouvir de sua boca o que estava escrita naquele papel. 

Estava chovendo lá fora, o trânsito me impedia de chegar em meu destino no tempo em que gostaria. Resolvi ligar o rádio para ver se me acalmava um pouco, a ansiedade estava tomando conta de meu ser. 


"If you wanna make the world a better place..."

Não! Minha cabeça estava completamente perturbada. Man in the mirror só me traria mais pensamentos ou talvez saudades. Desliguei o rádio e o sinal abriu, rapidamente o avancei. Quando cheguei no lugar desejado, sai correndo do carro e certamente o porteiro abriu a porta pra mim. Agradeci a ele enquanto ia pelas escadas. Subia de dois em dois degraus sem me importar se poderia cair e me machucar como minha mãe sempre me repreendia quando praticava tal ato. 

Toquei a campainha desesperadamente tendo uma espécie de deja vú. Alicia atendeu, ela estava no telefone com alguém, assim que viu quem era, seus olhos arregalaram e ela engoliu o seco. Ali estava de pijama, por sinal era bem provocante.

- Te ligo mas tarde, beijos te amo mãe. - ela falou rápido e desligou sem esperar resposta.

- Fala pra mim. - eu não precisei dizer mais nada, eu sei que ela havia entendido.

- Eu- eu - ela gaguejava. - Eu te amo, Justin. 

- Isso é verdade ne? - ela não me respondeu. - Foda-se tudo. - me aproximei de seu corpo com voracidade, colei nosso corpos e fui a empurrando pra dentro, nosso contato visual era completamente forte, havia uma ligação maior ali, acredito eu que se chamava amor. Com o pé bati a porta a fechando. Mordi meus lábios fitando sua boca chamando pela minha e a beijei. A beijei com força, a beijei colocando tudo o que eu sentia naquele nosso contato precioso. Ouvi Alicia gemer enquanto me beijava. Meu braço em volta de sua cintura a puxava cada vez mais contra mim.

- Justin- Jus. - ela se separou. - Eu tenho medo. 

- Ali. -  me ajoelhei. - Eu sei que errei, mas eu poderia simplesmente ter te deixado e nunca mais te procurado, mas algo em mim era mais forte. Existe um jogo o qual eu participo desdo início e não posso sair sem ganhar. Ali você foi o melhor presente que a vida pode me dar. Eu não te abandonei, eu sempre estive com você. Seja minha, e eu prometo nunca te deixar. 

- O que seria de mim sem sua boca colada na minha? - ela sorriu aumentando minha felicidade, me aproximei dela novamente. - Tem o David na jogada. Ele não merece isso. 

- A gente foge. - me aproximei novamente e infelizmente fui impedido.

- Para de ser idiota.

- Lembre da aula de hoje Ali, tenha coragem. - ela me pareceu pensativa.

- Não é tão fácil assim. Eu adquiri sentimentos por ele. - aquilo doeu, porque se eu não tivesse sido um otário com ela nada disso teria acontecido. 

- Podemos conversar sobre isso amanha, mas hoje eu te devo algo especial. - sorri comigo mesmo e com a ideia que tive.

- O que? - perguntou confusa.

- Acho que te devo um passeio na Broadway. - seus olhos brilhando poderiam iluminar minha vida pra sempre.

- Você está falando sério? 

- Claro! Vá se arrumar eu espero.

Ali me deu um selinho que apenas esse contato entre nós me fez querer ficar assim pra sempre. Ela se separou sorrindo e foi para seu quarto. Eu não tinha ingresso, mas seria fácil pra mim, já que um dos seguranças de lá é frequentador da minha boate. Peguei meu celular e disquei o número de Diego.

- Hey man! - falei assim que ele atendeu.

- Fala ai bro. 

- To precisando de um parada, preciso da tua ajuda.

- Fala aí. 

- Descola dois ingressos pro show de hoje a noite?

- Firmeza, você pega eles ali na entrada de trás, eu vou ficar lá.

- Valeu cara! 

- Tranquilo, até mais. - desliguei

Me sentei no sofá e mordi os lábios. Sabe quando as coisas começam a dar certo demais e você fica com o pressentimento de que algo vai dar errado? Era isso que rondava meus pensamentos agora. Em meu ponto de vista, Ali teria me "aceitado" fácil demais. Porem havia David, ele atrapalhava qualquer plano que gostaria de construir com Ali. Qualquer linha de raciocínio que tinha havia sido interrompida por pensamentos maliciosos. Alicia usava um vestido que deixava seu corpo bem marcado e bonito. Uma jaqueta jogada por cima de seus ombros deixando seu visual menos vulgar. 

- Ali, você... - eu não conseguia achar uma palavra pra dizer. - perfeita.

- Obrigada. - levemente um rubor tomou conta de seu rosto. 

- Vamos? - ela assentiu e me acompanhou.

[...]

- Se você quiser poderíamos comer alguma coisa depois. - comentei assim que dei partida no carro. 

- Por mim tudo bem. - ela parecia está tímida como nosso primeiro encontro. 

- Ali, relaxa ok. - acariciei sua coxa e ela tirou minha mão dali. A respeitei, é melhor assim. 

Quando estacionei o meu carro uma rua atrás a Broadway percebi o olhar de confusão de Ali. Ignorei e sai do carro em seguida abrindo a porta pra ela. Ela saiu ajeitando seu vestido colado, erguei meu braço e peguei em sua mão, com hesitação ela cedeu. Seguindo as coordenadas de Diego fui para a entrada dos fundos. Lá estava ele vestido em seu terno impecável. 

- Diego! - o cumprimentei com um toque.

- E aí Bieber? - ele deu dois tapinhas de leve em minha costa. - toma aí. - ele me entregou os ingressos. - Se divirtam. - ele abriu o portão.

- Obrigado aí parceiro. - agradeci puxando Ali.

- Obrigada. - ela disse educada para Diego que lhe respondeu com um gesto com a cabeça.

- Ficamos na segunda fileira. - sorri vendo os tickets. 

- Que ótimo! - ela olhou os ingressos. - Acho que é ali, B5 e B6.

- É ali mesmo, vem cá.

Passamos por toda aquelas pessoas e sentamos em nossos lugares. Enquanto o espetáculo não começava ficamos observando o movimento do público, quer dizer Ali ficou observando enquanto eu fazia pedidos de algumas bebidas pra nós. 

- Ah não! - ela me despertou.

- O que foi? - perguntei tentando seguir seu olhar.

- Aquele ali é David entrando com uma senhora? 

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Continua...


Oizinho gatas! Ai que lindas vocês elogiando a carta! haha Brigada de verdade meus amores!

Postei rápido pelos comentários haha.
Esse cap foi o pior de todos pra mim, porque eu achei uma merda, fim.
Bom é isso.
Beijos!


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Midnight City - Cap 17 - Para Marianna W

-- 23 comentários:
I hate love you 

E de repente, uma corrente elétrica passou pelo meu corpo. Meus olhos se arregalaram e minha respiração ficou lenta. Engoli o seco sem saber o que responder. Abaixei minha cabeça com medo de falar o que eu realmente queria. 

- Se cuida. - essas foram as palavras que ele disse assim que me deixou ali paralisada, sem reação. Olhei pra David que me abraçou mais forte. 

Fechei a porta e enfiei minha cabeça no peito de David. Ele estava sem entender nada, enquanto chorava sem motivo, ou será que tinha? Meu coração gostaria de ir lá e impedi-lo de sair do prédio falando que eu sempre o amei. 

[...]

David já tinha ido embora, depois de ficar comigo e o silêncio nos rondando, meu cabelo estava até um pouco mais liso de tanto que ele o alisou como forma de carinho e ao mesmo tempo um certo sustento para o emocional. Estava prestes a fazer algo eu tinha esperança em ser o correto pra minha vida. Passei a mão pelos meus cabelos molhados depois de um banho longo e voltei a encarar a tela do computador. Ia colocar tudo pra fora, iria colocar o que eu queria ter dito desdo dia em que o vi e me apaixonei. 

POV Justin

Pela primeira vez me vi num estado deplorável, era muitas lágrimas que pareciam não cessar, qual era a graça disso tudo, ver nós dois sofrer. Éramos pra ser o encaixe perfeito. Desde que a beijei soube que sua boca foi feita pra minha, quando a toquei percebi que ser corpo pertencia ao meu, era tudo questão de sintonia. Amanhã iria vê-la, ela estaria com seu rosto pálido devido ao frio e seus cabelos soltos ao vento batendo em seu rosto. Era cada detalhe de seu perfeito corpo que me fazia delirar. Merda, bati forte no volante, abaixei minha cabeça e deixei com que memórias de nós dois dominassem minha mente. 


"- Que música está ouvindo? -  perguntei ao notar seus fones.



- You're not alone do Michael o rei. 

- Você curte Michael? -assentiu em um movimento exagerado com a cabeça.

- Quer ouvir? Eu tenho todos os Cds dele baixados aqui, ele é incrível. Épico. - ela ofereceu um fone pra mim que nem pensei duas vezes antes de aceitar."
...
"Meu rosto foi se aproximando enquanto nossos olhos procuravam se aprofundar uns nos outros. Fui os fechando lentamente e nossos lábios finalmente se tocaram. Foi só um selinho,  um selinho bem demorado, eu aprofundaria mas não senti que ela estava preparada pra isso. Apenas sentir os lábios dela nos meus já foi fantástico, imagino no sexo? Mordi os lábios assim que nos separamos. Ela me olhou com os olhos arregalados e a boca entreaberta."
...
'- Qual é o problema? - tomei um pouco do refrigerante. 

- Não gosto de ninguém me encarando. - virou o rosto.

- Olha pra mim? - pedi.

- Pra que? Pra você ficar me olhando? Isso da nervoso. 

- É pra fazer isso. - no exato momento ela virou pra mim com uma cara confusa.

Me aproximei de seu rosto sorrindo, meus olhos eram fixos nos seus, Alicia estava com a expressão de espanto. Tudo bem, ela foi pega de surpresa. Olhei para seus lábios e fui fechando meus olhos assim que nossas bocas se encostaram. Minha mão foi para sua nuca a puxando mais contra mim. Minha língua entrou em sua boca causando um arrepio na sua. Queria conhecer cada canto daquele lugar novo. Invadia todos os cantos. Era gostoso, era bom, era viciante, uma espécie de frenesi. Assim que fomos nos separando, dando alguns selinhos, peguei um pouco de ar e a beijei de novo. Não conseguia parar. Alicia agora tinha sua mão apoiada em meu ombro. A falta de ar apareceu novamente, juro que não pararia por nada, mas tinha que deixa-la respirar e saber qual seria sua reação com minha atitude. '
...
"- Vai com calma por favor. - ela disse nervosa. Seus olhos brilhavam com tudo aquilo.

- Confia em mim. - sussurrei e me posicionei ali. - Se doer aperta minha mão. - entrelacei nossos dedos na altura de sua cabeça. Ela assentiu e fechou os olhos. 
"


Não me lembro da última vez que chorei por alguém, sempre achei que fosse forte pra tudo. Até que você conhece o amor e descobre que só é forte o suficiente pra aguentar tudo quando estiver do lado da pessoa a quem se ama. 

[...]

Andava de cabeça baixa, sem demonstrar a ansiedade que me dominava meu corpo transparecer. Assim que entrei na sala e vi Ali, meus olhos voltaram a ter cor novamente, parecia ter apenas nos dois ali. Lambi meu lábio inferior e me concentrei na turma, mas não pude deixar de notar que ela estava com um papel na mão. Aquilo aguçou uma certa curiosidade mais deixei de lado.

- Bom dia turma! - tentei parecer normal!

- Bom dia! - o coro dos alunos me responderam.

- Hoje, eu vou falar de coragem, uma peça bem-vinda na literatura. - Alicia suspirou e me encarou prestando atenção, seu comportamento tava bem diferente - Desde criança, nos contos da disney que estamos acostumados a ouvir, os heróis das histórias eram representados pela coragem. Hércules o deus forte e corajoso, os príncipes encantados, Shrek que foi corajoso ao ponto de enfrentar um dragão pra salvar o amor de sua vida. - mordi os lábios tentando ser corajoso pro que iria falar agora, direcionei meu olhar para Ali. - Sabe, alguns literários acreditam que para um salvação geral, falta coragem. Coragem de dizer talvez, pra pessoa amada que a ama, pra abrir o coração. Tudo depende de nós. - conclui meu pensamento olhando pros olhos de todos que me encaravam curiosos.

[...]

Esse seria o último tempo. Estava acabando a aula, olhei meu relógio e vi que já estava no horário para liberá-los.

- Bom gente, terminamos por hoje, podem ir. - Todos pegaram suas bolsas e foram, enquanto organizava alguns papéis. Foi então que um sombra em cima da mesa chamou minha atenção. Olhei pra cima e vi Alicia.

- Sua aula foi inspiradora, e seguindo seu conselho, toma. - Ela me entregou a folha a qual segurava no início da aula, encarei a folha e tinha um texto, sua letra redonda denunciava sua autoria. Quando voltei meu olhar pra ela, Ali já tinha ido embora. Me sentei e comecei a ler o tal texto. 

"4 de março, foi o dia em que Robert apresentou um novo estagiário, um menino de cabelo bem arrumado e tímido entrou pela porta, ele mordia os lábios consecutivamente e carregava uma pasta preta. Na primeira semana, ele ficava jogando no celular achando que ninguém percebia. Na segunda semana seu cabelo veio arrepiado, sua calça mais caída. E sabe o que era incrível? É que pra mim ele era a criatura mais perfeita que Deus poderia inventar, não importava penteado nem nada, pois o brilho dos olhos dele eram únicos e não mudavam. Me lembro de ficar fascinada por ele, por cada detalhe, achava incrível como sua boca tinha um tom rosado lindo e me lembrava um coração, que por falar em coração o meu disparava sempre que ele entrava pela porta.
Justin Drew Bieber era o nome dele, quantas vezes não conseguia me concentrar por está hipnotizada com seus olhos. Sua voz rouca vindo do fundo da sala sempre me despertando de transe. Seu cheiro ao passar por mim me deixava louca e não me lembrava de como conseguia recuperar a consciência novamente. 
26 de outubro, foi o dia em tive meu primeiro contato direito com ele, quando ele respondeu uma dúvida minha, ele estava ao meu lado, e eu não parava de encara-lo. Me lembro de ter pensado que aquilo deveria está constrangedor. 
Enfim, dias se passaram e Justin foi servindo como inspiração pra mim. Eu o agradeço por isso, sabe aquela redação, aquela em que você disse que fui a melhor da turma? Então era pra você, ali descrevi indiretamente o que eu sentia. Ler é como amar, você é meu livro favorito."



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Continua...



Gente esse cap eu sei que ta pequeno, mas ta emocionante hsuahsu. Não reclamem de cap pequeno, eu paro num ponto onde deixa todos curiosos. 

Obrigada pelos comentários minhas lindas!!
O reclaque foi tão grande que roubaram meu iphone 5 eu chorei muito véi, mas vou ganhar outro shauhsua



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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Midnight City - Cap 16

-- 22 comentários:
"And I love you, I love you, I love you..."



POV Justin

- Acho que vou largar isso aqui. - falei sério e Ryan arregalou os olhos se levantando e vindo até mim.

- Ta maluco? - Ele me empurrou levemente com o dedo indicador. - Essa boate é o que construímos juntos, foi a fonte de todo luxo que temos agora, você não pode mais largar isso aqui.

- Claro que posso, eu sei disso, o dinheiro que tenho posso fazer algo mais digno. - finalmente estava falando com a consciência.

- Justin, é por causa daquela garota? - passei a mão pelos meus cabelos pensativo e finalmente o encarei.

- É. - disse firme.

-Mas que porra! O que ela fez com você? Vocês já não terminaram? Ela não tava com outro naquele dia aqui na boate?

- Sim, mas... - ele me interrompeu.

- Mas é o caralho, você não vai abandonar esse negócio por causa de uma garota, porque além disso, você estaria abandonando a minha amizade de 20 anos! - ele estava sério, até demais. 

Essa última parte me deixou intrigado. Como abandonar um irmão que viu tudo da sua vida, esteve lá em todos os momentos, construímos isso aqui juntos. Merda ele tinha que falar isso? Estava tão determinado. O que valia mais pra mim? Ryan um irmão pra mim ou Alicia que agora deveria está com outro? Era engraçado como eu ainda demorava pra pensar nessa resposta. Ela ocupava meus sentidos de um forma inexplicável. 

POV Alicia

Meus olhos haviam medo, receio de talvez ser enganada de novo. Era ingênua o suficiente pra isso de novo? Eu teria de viver pra ver se iria cair de novo? Cair na mesma pedra? Tropeçar no mesmo galho? Seus lábios estavam colados aos meus, sua língua lutava para encontrar a minha. Com os pensamentos receosos deixei com que houvesse um contato maior. Teria de provar pra mim mesma que nem todas são iguais ao Justin, Teria de prova a Justin que ele era diferente.

Com um objetivo em mente, me envolvi no momento e deixei com que rolasse. Só esperava que quando o meu máximo chegasse e o cansaço dominasse meu corpo, tudo estaria igual, sem decepções. 

[...]

Com a última estocada, David caiu em cima de mim e me beijou. Estava em êxtase, meu corpo havia acabado de entrar em convulsão. Puxei o lençol sobre meu corpo assim que David saiu de cima de mim para tirar a camisinha. Ele voltou pra cama e me abraçou me dando vários beijos em todo meu rosto me fazendo sorrir.

- Você é perfeita. - ele beijou a dobra de meu pescoço me arrepiando e virando minha cabeça ao encontro de meu ombro involuntariamente.

 - Você que é. - o selei.

Minhas pálpebras pesaram, em pouco tempo adormeci abraçada e envolvida em seu corpo, dormi ouvindo David sussurrar baixinha coisas fofas. Aquilo me fazia ter esperança que ele era o certo. 

POV Justin

- Não pode ser! - estava furioso, não podia me conter. 

- É Justin, a fila anda, e agora.... - ela olhou no relógio. - eles devem está dormindo agarradinhos. - Mia provocou. Havia acabado de encontra-la enquanto saía da boate.

- Por que ela fez isso? Ela me trocou tão fácil? 

- Você pediu isso, é apenas a consequência de seus atos. - ela falava friamente, como se eu não fosse sentir nada ouvindo aquilo. 

- Eu vou lá vê-la.

- Você não é louco! - Mia me puxou quando ameacei a entrar em meu carro. 

- Você definitivamente não me conhece. 

Puxei meu braço e fui pro meu carro com passos largos. Entrei na Ferrari batendo a porta, parecia que a raiva havia dominado o meu ser, tentei respirar um poco pra dirigir em melhores condições mais parecia impossível. Quando finalmente me acalmei um pouco, dei partida no carro. 

Estava com medo, medo do que iria encontrar lá. Minha mente criava vária situações possíveis do que iria acontecer daqui a alguns minutos. Devido ao pouco trânsito, não demorei muito para estacionar o carro em frente ao seu prédio e sair varado do carro. Pedi pra que o porteiro abrisse, e o mesmo abriu a porta facilmente pra mim, já que já era conhecido.

- Aviso a Dona Alicia que o senhor está subindo? - o porteiro perguntou educado.

- Não precisa, vou fazer uma surpresa. - sorri gentil e peguei o elevador que acabara de para no térreo.

O tempo parecia desacelerar a casa segundo, depois do que parecia ser uma eternidade, o elevador parou e eu pude sair avistando o apartamento de Alicia. Respirei fundo criando coragem que até então teria perdido. Toquei a campainha desesperadamente. Bufei irritado com a demora.

POV Alicia.

- Quer que eu vá atender? - David me perguntou acariciando meus cabelos.

- Não precisa, é pra mim, deve ser Mia ou sei lá. - me levantei com a mão segurando o lençol sobre os meus seios desnudos. Procurei rapidamente sobre minhas peças íntimas e assim que as achei, me vesti rapidamente corando aos olhares de David. Peguei sua blusa e vesti.

Enquanto caminhava até a sala, ajeitava meu cabelo e gritava "Já vai" pra ver se paravam de tocar a campainha feito louco. Olhei pelo o olho mágico e assim que vi quem era, não quis atender, porém eu tinha uma arma nas mãos e precisava usa-la. Abri a porta todo revelando meu traje. Sem ser nem um pouco discreto Justin me olhou de cima a baixo e me olhou surpreso. 

- O que devo a honra? - ironizei.

- Vo-você já me trocou? - ele parecia indignado. 

- Apenas segui em frente. - sorri.

- Alicia, eu me humilho na sua frente, mas por favor, me perdoa. 

- Ta perdoado, agora pode ir. 

- Ali? - David apareceu atrás de mim me abraçando. - Ta tudo bem? - ele falou respirando em meu pescoço. Fiz que sim com a cabeça sem tirar meu olhar de Justin que olhava com repulsa pra David. - Eu sou David! - falou ele simpático estendendo a mão. Justin olhou pra sua mão e em seguida a mim.

- Ali, foda-se se você tá com outro mais por favor, só quero que você saiba que... -  o interrompi.

- Que eu saiba o que?

- Que... - respirei fundo. - eu te amo. 



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Continua...

Gente, só uma coisa, eu sou completamente do contra shuahsa eu gosto de ver eles separados kkkk mas calma, tem muita coisa pra acontecer. 
Olha eu vejo que vocês não tão entendo muito bem, mas continuem lendo que tudo vai fazer sentido, e na boa, se eu fosse a Ali eu ignoraria o Jus completamente, ela não fala dele ter tirado a virgindade dela, mas sim dele usa-la para ato sexual e depois larga-la. Na cabeça dela isso foi o fim, entenderam? 
Amei os comentários de vocês, viu? Obrigada por tudo suas lindas minhas haha


Bom, é isso, beijoooss

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